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CC Taipas sente-se prejudicado pelas arbitragens e lança alerta “para o que vem aí”
Sexta-feira, Janeiro 15, 2016

A gota de água aconteceu no passado domingo, em jogo frente ao Santa Eulália, que terminou empatado a uma bola, depois da marcação uma grande penalidade e cartão vermelho “inexistentes” contra a formação taipense.

A Direção do Taipas realizou, na manhã desta sexta-feira, uma conferência de imprensa para dar conta da sua insatisfação relativamente às arbitragens de alguns dos jogos que os taipenses têm disputado, nomeadamente contra os seus adversários mais diretos, equipas do topo da tabela classificativa, onde “em caso de dúvida, as decisões de arbitragem, caem sempre contra o CC Taipas”, como salientou Carlos Lima, Diretor Desportivo do Clube.

Apesar de garantir dar sempre o benefício da dúvida aos árbitros e às suas nomeações, João Pedro Ribeiro, presidente da Direção do CC Taipas, pede que, “haja um pouco mais de cuidado nas nomeações” por parte do Conselho de Arbitragem. “Estamos numa fase importante do campeonato em que se vão decidir as coisas. Quem ficar afastado nestas próximas jornadas dos lugares cimeiros, depois já não conseguirá chegar lá acima”, sublinhou o presidente taipense.

Carlos Lima, deu ainda conta que é intenção do Clube, a par de outras medidas a apresentar para melhoria do futebol distrital, propor à Associação de Futebol de Braga, que todas as partidas da divisão Pró-nacional, possam ser registadas em vídeo e que os relatórios dos observadores dos árbitros e as respetivas notas atribuídas, sejam tornados públicos. Tudo isto para que possa “haver mais verdade”. O Diretor Desportivo taipense considera ainda que esta iniciativa do Clube taipense serve, acima de tudo, para servir de “alerta para o futuro”. “O objetivo principal do Taipas, no início da época, não era a subida de divisão. Agora, se estamos lá, deixem-nos estar. Deixem-nos lutar de igual para igual. Não quer dizer que queiramos subir, ou que vamos subir. Deixem-nos jogar tranquilos. Não queremos ser beneficiados. Queremos é ser tratados por igual. Isto é um alerta para o que vem aí!”, concluiu Carlos Lima.