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Bombeiros querem prevenção na Escola (2 comentários)
Terça-feira, Outubro 10, 2006

Partindo de uma iniciativa da ONU, a Liga dos Bombeiros Portugueses levanta algumas questões para um debate alargado a toda a sociedade.

A Liga dos Bombeiros Portugueses associa-se este ano ao Dia Internacional para a Redução das Catástrofes, uma iniciativa da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

O tema central este ano é “A redução das catástrofe começa na Escola” e é, segundo a Liga dos Bombeiros Portugueses, uma boa oportunidade para sensibilizar o Governo e a opinião pública.

A LBP chama particular atenção para problemas que relacionam a prevenção de catástrofes, as escolas e as suas comunidades, nomeadamente a inserção da temática nos planos curriculares; a formação de professores nesta matéria e a elaboração de planos de emergência nas escolas.

Texto: Paulo Dumas

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COMENTÁRIOS A ESTA NOTÍCIA
Diz-me a minha experiência que alguns Órgãos Directivos e muitos dos Elementos do Corpo Docente não estão motivados para esta importante matéria, que é a PREVENÇÃO E SEGURANÇA, considerando-a mesmo uma chatice, quando esta por ordem do Órgão Directivo lhes é imposta.
Sou da opinião que deveria haver acções de formação, para:
ORGÃO DIRECTIVO
– Elaboração e conhecimentos dos planos de segurança e evacuação, controlo do espaço escolar, relacionamento com pais, encarregados de educação e comunicação social.
CORPO DOCENTE
– Comportamentos em presença dos sinistros: na sala, nas áreas de evacuação e zonas de reunião.
CORPO AUXILIAR
– Conhecimento de todas as dependências do espaço escolar, de todos os meios de primeira intervenção (extintores, etc., etc.), percursos de evacuação e zonas de concentração, controlo do perímetro do estabelecimento.
Virgílio Borges – Cmdt. Q.H. / Seia – 12/10/2006  13:25h.

Sou funcionária de uma escola e sou também bombeira. Lamento que nas escolas tanto os órgãos directivos, como corpo docente e não docente não tenham o mínimo de formação, mas lamento ainda mais, o facto de que quando existe uma qualquer situação em que é necessário prestar socorro, não chamem quem tem conhecimento e formação para o fazer. Será por orgulho ou porque não aceitam que haja no seio da comunidade escolar alguém que, apesar de não ter o estatuto de Dr., saiba mais neste campo? Também podiam aproveitar terem na escola pessoas com conhecimentos/formação e recorrerem a elas para fazerem algo com os alunos.
Arminda Dias  2006-10-25  12:03h.

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