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AvePark na Assembleia Geral do Eixo Atlântico
Quinta-feira, Fevereiro 19, 2015

Domingos Bragança considerou, durante a 23ª Assembleia Geral do Eixo Atlântico, que decorreu esta quinta-feira, 19 de fevereiro, na Corunha, em Espanha, que o AvePark e a necessidade de uma boa acessibilidade (via dedicada) são estratégicos para a dinamização da Euro-região.

O Presidente do Município de Guimarães evidenciou na reunião a importância da via dedicada para afirmar o AvePark como uma das localizações mais atrativas da Euro-região para a instalação de empresas: O Parque de Ciência e Tecnologia constituirá uma das principais plataformas de transferência de conhecimento da Universidade do Minho para a economia da Euro-região, na área da medicina regenerativa, nanotecnologia, novos materiais, em especial dos biomédicos e da engenharia», referiu o responsável pela autarquia vimaranense, durante a Assembleia Geral do Eixo Atlântico, onde considerou ainda que o AvePark “será uma das principais âncoras do novo paradigma para a reindustrialização da nossa região, tal como a União Europeia a pensa. Esta área geográfica de Guimarães, com a concretização de uma via dedicada e com estas plataformas tecnológicas instaladas, constituirá uma das localizações mais atrativas da Euro-região para a instalação de empresas”.

Domingos Bragança, que realizou duas intervenções no decurso da sessão plenária, demonstrou também a importância para a Euro-região das unidades operacionais de investigação da Universidade das Nações Unidas e da AMA – Agência de Modernização Administrativa, ambas instaladas na Zona de Couros, em Guimarães.

Além dos 38 presidentes das cidades que integram o Eixo Atlântico, estiveram presentes, também, dirigentes de toda a fronteira Luso-Espanhola integrada na Rede Ibérica de Entidades Transfronteiriças, assim como representantes da Comissão Europeia, membros dos governos de Portugal e Espanha e personalidades ligadas aos setores empresarial, financeiro e militar da região.

O Presidente da República, Cavaco Silva, destacou a importância da Galiza e do Norte de Portugal como regiões que apresentam, graças ao seu crescente desenvolvimento, “um elevado potencial económico e que constituem, cada vez mais, um espaço privilegiado de interação e cooperação”, relevando o papel que o Eixo Atlântico poderá ter como “espaço privilegiado de interação e cooperação”, com a sua dinâmica “de crescimento económico”.