PUB
Associação de Pais da EB 2,3 endereça moção à DGEstE e Câmara de Guimarães
Quarta-feira, Novembro 9, 2016

A Associação de Pais da EB 2,3 apela à DGEstE e à Câmara Municipal de Guimarães para que os problemas técnicos que estão a emperrar a aprovação do projeto da nova escola sejam ultrapassados a curto prazo.

Os pais e encarregados de educação dos alunos da E.B. 2,3 de Caldas das Taipas “compreendem” a morosidade das negociações do projeto em causa, mas, como se pode ler na moção aprovada por unanimidade na reunião da sua Assembleia Geral Ordinária, no dia 27 de outubro, “não podem aguardar eternamente o ultrapassar de questões técnicas”. Nessa moção, a Associação recorda que “o processo de construção da nova escola arrasta-se há quase 4 anos, sendo que, neste momento, quer os pais, quer a demais comunidade educativa, já está nos limites da compreensão suportável e que lhes será exigível”.

Natália Fernandes, presidente da Associação de Pais da EB 2,3, na sua intervenção procedeu a uma cronologia de todo o processo desenvolvido até ao momento. Recuou até ao ano de 2014 quando a associação começou a discutir mais seriamente a necessidade de uma intervenção na escola, até à reunião, em que a Associação esteve presente, e que juntou os técnicos da DGEstE e da Câmara Municipal de Guimarães a 19 de outubro, no Porto.

Natália Fernandes deu conta que o projeto de construção da E.B. 2,3 de Caldas das Taipas está aprovado “com condicionamentos”, por parte da DGEstE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares), o que na prática significa o processo está “bloqueado” devido a divergências de soluções entre a equipa técnica da DGEstE e a equipa técnica do projeto.

A moção endereçada à DGEstE e à Câmara municipal de Guimarães dá conta ainda da “legítima expectativa” de que em breve será dado um parecer final favorável, e sem condicionamentos, por parte da DGEstE”. Caso tal pretensão e expectativa seja defraudada, a Assembleia decidiu que seria convocada uma Assembleia Geral Extraordinária, “a fim de apreciar e decidir sobre medidas a tomar, nomeadamente ações de protesto mais veementes e, consequentemente, mais desagradáveis para todos”.