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A solidariedade
Quarta-feira, Dezembro 15, 2010

Em tempos de crise, a palavra “SOLIDARIEDADE” surge por todo o lado. Há uns anos atrás, essa mesma palavra, dita noutra língua, era sinal de abertura de noticiário: era o nome do famoso sindicato polaco, liderado por Lech Walesa, que pugnava pelo direito à greve nos estaleiros de Gdsank. A formação do nome desse sindicato tinha, seguramente, a inspiração da igreja cristâ, a qual se tinha infiltrado e ramificado para dentro da classe trabalhadora.

A palavra SOLIDARIEDADE tem sido usada e abusada pelos partidos políticos de todo o mundo. São os auto designados partidos de esquerda, em Portugal, PS, PCP, BE e muitos outros com menos expressão eleitoral que reivindicam a palavra e o conceito de solidariedade para os seus programas.

Os tais partidos de esquerda, os tais “solidários”, tanto apregoam a solidariedade que não sabem o que fazer com ela.

Se soubessem o verdadeiro significado dessa palavra não hostilizavam a igreja fundada por Cristo, esse sim, o Pai da palavra e do conceito.

Para os políticos, a solidariedade surge como sinónimo de “justiça social”, o que corresponde a uma melhor distribuição da riqueza produzida.

A questão impõe-se: pode haver solidariedade sem criação de riqueza?
Pode… no verdadeiro sentido cristão: aquele que dá ao outro, mais carenciado, o pouco que lhe faz falta.

Em politica circunscrita a um estado, a implementação de uma politica solidária anda associada à criação de riqueza, cumprindo, em simultâneo, o principio da igualdade.

Não pode um país ser verdadeiramente solidário quando mantém e aprofundou a estrutura da administração pública criada por Salazar. O que significa, segurança e carreira para todos os arautos do estado; significa um sistema de saúde autónomo e com discriminação positiva. Os outros trabalhadores que “arranhem” como puderem.

O que poderia atenuar um bocado este estado salazarento, pouco solidário por sinal, era a criação de riqueza. Pois há uma relação directa entre os níveis de criação de riqueza e a pobreza.

Assim, quando os níveis de criação de riqueza baixam, os focos de pobreza aumentam.

Exemplo disso, para além do que nos é notório, são as inúmeras noticias recentes vindas a público: “ O Banco Alimentar contra a Fome já presta apoio a mais 40 mil pessoas e 750 instituições do que no ano passado.” “IN Jornal de Noticias, edição de 02/11/2010.

No entanto, nos últimos 15 anos, quem governou Portugal foi um partido dito e redito socialista.

– Que nada mudou na estrutura administrativa do estado salazarenta; que aumentou o número de pobres; que intensificou o número de “boys” e que colocou Portugal no 3.º lugar do mundo dos países que menos cresceram nos últimos dez anos.

E por muito que legisle, que anuncie e engane com reforço do estado social, se não fizer um esforço para a criação e fixação de empresas, criação de emprego, produção de produtos transacionáveis e exportáveis, a palavra SOLIDARIEDADE nunca vai deixar de ser um chavão politico sem sentido.

A solidariedade
Quarta-feira, Dezembro 15, 2010

Em tempos de crise, a palavra “SOLIDARIEDADE” surge por todo o lado. Há uns anos atrás, essa mesma palavra, dita noutra língua, era sinal de abertura de noticiário: era o nome do famoso sindicato polaco, liderado por Lech Walesa, que pugnava pelo direito à greve nos estaleiros de Gdsank. A formação do nome desse sindicato tinha, seguramente, a inspiração da igreja cristâ, a qual se tinha infiltrado e ramificado para dentro da classe trabalhadora.

A palavra SOLIDARIEDADE tem sido usada e abusada pelos partidos políticos de todo o mundo. São os auto designados partidos de esquerda, em Portugal, PS, PCP, BE e muitos outros com menos expressão eleitoral que reivindicam a palavra e o conceito de solidariedade para os seus programas.

Os tais partidos de esquerda, os tais “solidários”, tanto apregoam a solidariedade que não sabem o que fazer com ela.

Se soubessem o verdadeiro significado dessa palavra não hostilizavam a igreja fundada por Cristo, esse sim, o Pai da palavra e do conceito.

Para os políticos, a solidariedade surge como sinónimo de “justiça social”, o que corresponde a uma melhor distribuição da riqueza produzida.

A questão impõe-se: pode haver solidariedade sem criação de riqueza?
Pode… no verdadeiro sentido cristão: aquele que dá ao outro, mais carenciado, o pouco que lhe faz falta.

Em politica circunscrita a um estado, a implementação de uma politica solidária anda associada à criação de riqueza, cumprindo, em simultâneo, o principio da igualdade.

Não pode um país ser verdadeiramente solidário quando mantém e aprofundou a estrutura da administração pública criada por Salazar. O que significa, segurança e carreira para todos os arautos do estado; significa um sistema de saúde autónomo e com discriminação positiva. Os outros trabalhadores que “arranhem” como puderem.

O que poderia atenuar um bocado este estado salazarento, pouco solidário por sinal, era a criação de riqueza. Pois há uma relação directa entre os níveis de criação de riqueza e a pobreza.

Assim, quando os níveis de criação de riqueza baixam, os focos de pobreza aumentam.

Exemplo disso, para além do que nos é notório, são as inúmeras noticias recentes vindas a público: “ O Banco Alimentar contra a Fome já presta apoio a mais 40 mil pessoas e 750 instituições do que no ano passado.” “IN Jornal de Noticias, edição de 02/11/2010.

No entanto, nos últimos 15 anos, quem governou Portugal foi um partido dito e redito socialista.

– Que nada mudou na estrutura administrativa do estado salazarenta; que aumentou o número de pobres; que intensificou o número de “boys” e que colocou Portugal no 3.º lugar do mundo dos países que menos cresceram nos últimos dez anos.

E por muito que legisle, que anuncie e engane com reforço do estado social, se não fizer um esforço para a criação e fixação de empresas, criação de emprego, produção de produtos transacionáveis e exportáveis, a palavra SOLIDARIEDADE nunca vai deixar de ser um chavão politico sem sentido.