As prioridades
Sábado, Fevereiro 5, 2005

Caros leitores neste número, vou escrever-vos sobre um acto que todos nós iremos ser intervenientes no próximo dia 20 de Fevereiro, as eleições legislativas.

O que vai estar em disputa essencialmente será quem vai vencer e o que nos propõem.

Tanto o Partido Social Democrata (PSD) como o Partido Socialista (PS), estão a fazer a sua campanha e têm as suas principais propostas que fazem as primeiras páginas, e a ser alvo de críticas.

O PSD, na minha opinião, com propostas mais interessantes e com um líder com capacidade, se o deixarem governar, para levar o país a um rumo certo, não promete sonhos e facilidades, mas sim trabalho e oportunidades a quem quer ter uma atitude evolutiva e produtiva, em relação à economia e a outros sectores da sociedade.

O PS em contrapartida apresenta propostas muito actuais e “modernas”. O seu líder, por exemplo, promete que se for governo, uma das primeiras medidas será referendar o aborto, sem dúvida que é um tema que preocupa os portugueses.

Outra medida com que o PS está preocupado são os casamentos homossexuais, outro problema sem dúvida que preocupa a grande generalidade dos portugueses.

Mas estas “prioridades” socialistas são compreensíveis porque se falarem de economia, dizem, que pouco há a modificar à actual política; se falarem de finanças dizem que não vão alterar nada porque afinal o ministro Bagão Félix tinha razão; se falarem de emprego dizem que vão criar 150 000 novos empregos e a seguir dizem que vão acabar com uns milhares de postos de trabalho na função Pública, esquecem-se de dizer, é, como; no que diz respeito à educação o problema é o Inglês, será que é para ler as etiquetas dos produtos que importamos? Na justiça não dizem nada, não se devem sentir à vontade, por causa da “Casa Pia”. Os Portugueses entendem.

Enfim, sendo as prioridades aquelas que enumerei em primeiro lugar, sem dúvida que nunca alguém de bom senso as consideraria como tais. Mas se efectivamente nós tivermos memória e nos lembramos das condições que os últimos governos socialistas tiveram e não aproveitaram, o que seria, se eles fossem governo nas actuais circunstâncias?

Sem mais despeço-me até ao próximo número.

E viva as Taipas!

As Prioridades
Segunda-feira, Janeiro 31, 2005

O que vai estar em disputa essencialmente será quem vai vencer e o que nos propõem.

Tanto o Partido Social Democrata (PSD) como o Partido Socialista (PS), estão a fazer a sua campanha e têm as suas principais propostas que fazem as primeiras páginas, e a ser alvo de críticas.

O PSD, na minha opinião, com propostas mais interessantes e com um líder com capacidade, se o deixarem governar, para levar o país a um rumo certo, não promete sonhos e facilidades, mas sim trabalho e oportunidades a quem quer ter uma atitude evolutiva e produtiva, em relação à economia e a outros sectores da sociedade.

O PS em contrapartida apresenta propostas muito actuais e “modernas”. O seu líder, por exemplo, promete que se for governo, uma das primeiras medidas será referendar o aborto, sem dúvida que é um tema que preocupa os portugueses.

Outra medida com que o PS está preocupado são os casamentos homossexuais, outro problema sem dúvida que preocupa a grande generalidade dos portugueses.

Mas estas “prioridades” socialistas são compreensíveis porque se falarem de economia, dizem, que pouco há a modificar à actual política; se falarem de finanças dizem que não vão alterar nada porque afinal o ministro Bagão Félix tinha razão; se falarem de emprego dizem que vão criar 150 000 novos empregos e a seguir dizem que vão acabar com uns milhares de postos de trabalho na função Pública, esquecem-se de dizer, é, como; no que diz respeito à educação o problema é o Inglês, será que é para ler as etiquetas dos produtos que importamos? Na justiça não dizem nada, não se devem sentir à vontade, por causa da “Casa Pia”. Os Portugueses entendem.

Enfim, sendo as prioridades aquelas que enumerei em primeiro lugar, sem dúvida que nunca alguém de bom senso as consideraria como tais. Mas se efectivamente nós tivermos memória e nos lembramos das condições que os últimos governos socialistas tiveram e não aproveitaram, o que seria, se eles fossem governo nas actuais circunstâncias?

Sem mais despeço-me até ao próximo número.

E viva as Taipas!