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Apresentado novo projecto do URBCOM para Guimarães
Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

O processo, em Guimarães, iniciou-se vai para dois anos. Taipas terá que esperar por 2007 e por um novo Quadro Comunitário para arrancar com um novo processo.

O Estudo Global de revitalização de mais uma área da cidade de Guimarães foi ontem apresentado pelos parceiros do projecto – a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, a Câmara Municipal, a Associação Sol do Ave e a AMAVE.

O URBCOM abre assim mais um capítulo, com uma área de intervenção que abrange ruas como a de D. João I e de Camões, que apresentam um elevado grau de vetustez dos seus edifícios assim como dos próprios estabelecimentos. Segue-se agora o período de candidaturas até 15 de Maio.

Entre as despesas cobertas pelo programa estão: a realização de obras na fachada dos estabelecimentos, a aquisição de toldos, intervenções no interior do estabelecimento e operações de marketing. O máximo do investimento elegível é de 45.000 euros por estabelecimento.

Há três vertentes chave numa intervenção deste género: os comerciantes, responsáveis pela reconversão dos estabelecimentos, a Associação Comercial que tem a seu cargo operações de marketing e de promoção e finalmente a câmara municipal que efectuará operações de tratamento urbanísticos dos espaços públicos.

De entre as várias intervenções da noite, destaque para a de Alexandra Gesta, arquitecta responsável da câmara municipal em intervenções como o centro histórico intramuros ou, recentemente, a zona de couros, para onde defendeu a abertura de um novo projecto do URBCOM. Alexandra Gesta reiterou o objectivo de mais de vinte anos de fazer uma cidade una. Começou por fazer um enquadramento de Guimarães como concelho apresentou vários casos de intervenções de sucesso, todos eles na cidade de Guimarães.

O projecto de revitalização do comércio tradicional para as Taipas continua em “águas de bacalhau”. Embora o projecto tenha sido aprovado, o processo iniciado há cerca de dois anos encontra-se embargado por falta de verbas e será, ao que tudo indica para esquecer. A ACIG espera que a partir de 2007 seja possível arrancar com um novo processo.

Texto: Paulo Dumas

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