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A mil quilómetros de distância….
Sexta-feira, Julho 11, 2003

Tendo mais uma vez acompanhado o nosso Glorioso C. C. Taipas, em mais uma jornada de promoção da nossa terra por sítios longínquos, mas que nos acolhem pelo sexto ano consecutivo, venho convosco reflectir sobre o que se faz, mas principalmente o que se não se faz na nossa Terra.
Sendo um lugar aprazível para férias e repouso aproveitei para passar em revista alguns temas que se foram debatendo ao longo dos últimos meses.
Como não sou negativista, vou iniciar pelos aspectos positivos, que considerei mais marcantes neste último ano político. A inauguração do Centro Social e da Sede de Música foram, sem dúvida, dois factos marcantes; o lançamento e apresentação da obra do Centro Paroquial, que irá ser com toda a certeza uma obra emblemática das Taipas; a aquisição do equipamento que os Bombeiros das Taipas efectuaram e que muito enriqueceu a corporação; a carreira da equipa sénior e principalmente da equipa júnior que conseguiu a subida aos Nacionais, foram sem dúvida as novas que este último ano nos trouxe.
Mas há também algumas coisas que me continuam a preocupar e me causam alguma estranheza.
Preocupa uma obra que tanta falta faz às Taipas, que estava para começar no mês seguinte às últimas eleições, a variante das Taipas, e que ainda não se vê qualquer movimentação. Por que será ?
Preocupa outra obra que iria começar mesmo na campanha eleitoral, e começou, só que parou depois das eleições e nunca mais se viu qualquer movimentação, a Feira das Taipas, por que será?
Preocupa a obra dos Passeios Pedonais na Rua Nossa Senhora de Fátima, que é uma obra urgentíssima. Estaremos à espera de outro acidente? Penso que não, mas que é estranho é, se repararmos que a Junta de Briteiros St. Estevão já iniciou a construção de uns passeios idênticos na estrada Nacional que liga St. Estevão a Donim. Por que será ?
Preocupa o quase abandono do Parque de Campismo, e Zona do Parque pelas entidades competentes. Por que será ?
No final chego a uma conclusão. Fazer algo nesta Terra é muito difícil, ou parece. Desde os passeios até à variante dá a sensação que é tudo muito complicado e moroso. Não será inoperância ?
Porque, em contraponto com algumas instituições desta terra, as coisas realizam-se, e tomemos os exemplos dos Bombeiros Voluntários e Clube Caçadores das Taipas. Por que será ?
Despeço-me sem mais até ao próximo número.

E viva as Taipas!

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